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Resorts com campo de golf no litoral da Bahia Brasil

Os números não poderiam ser mais promissores.Houve um salto de sete mil, há dez anos, para 25 mil brasileiros praticando o esporte, um movimento de R$ 800 milhões por ano, de um total de US$ 30,5 bilhões no mundo inteiro, e os quatro melhores campos destinados à prática localizados na Bahia.

Este é o cenário que o turismo de golfe encontra pela frente no Brasil, o que inclui, ainda, 40 novos projetos pelo País, dos quais nove são na Bahia e outros nos Estados de Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

O Nordeste tem o que os estrangeiros procuram, são cerca de 50 milhões de golfistas no mundo que além do campo, procuram sol, praia e belas paisagens naturais.

A Bahia sai na frente e desponta como o principal pólo do Brasil, embora em todo o País sejam cerca de 107 campos aptos a atender ao quesito esporte & turismo.

Portal do Descobrimento EcoResort Golf & Spa

Na Bahia, a Costa dos Coqueiros, Litoral Norte do Estado, a médio e longo prazo, tende a se consolidar como maior pólo de turismo de golfe do Brasil. Título, por sinal, que já é dela, detentora que é dos quatro melhores campos voltados para o turismo (instalados em resorts) do País, localizados na Costa do Sauípe, Praia do Forte, Ilha de Comandatuba e Trancoso.

Os próximos projetos estão previstos para a região sul da Bahia, Praia da Costa Azul (perto da divisa com Sergipe), Ilha de Cajaíba, na Baía de Todos os Santos (município de São Francisco do Conde), Belmonte e Porto Seguro, também em Trancoso. Fora dos resorts, outros projetos serão realizados em Guarajuba e BuscaVida, destinados apenas aos condomínios residenciais.

A estimativa é da Secretaria de Turismo, Bahiatursa e de entidades como a Confederação Brasileira de Golfe, Bureau Brasileiro de Turismo de Golfe e Federação Baiana. Isto porque mais nove campos oficiais, além dos dois existentes, estão em planejamento para o Litoral Norte até a divisa com Sergipe.

Quem quiser sair na frente pode pegar a bolinha e começar a treinar. Se depender das autoridades brasileiras, a Bahia abocanha uma parcela considerável dos 30% de golfistas que têm disponibilidade para viajar em busca de novos campos e ao mesmo tempo gastar em turismo. Um público classe A, que passa em torno de quatro horas por partida caminhando e dando suas tacadas, principalmente quando estão à beira de uma bela praia.

Há milhões em jogo

De olho no filão do golfe (o turista gasta, em média, em um destino, US$ 300 por dia, contra US$ 150 do turista de negócios e US$ 75 do turista de lazer), a presidente da Bahiatursa, Emília Silva, arrumou as fitinhas do Bonfim na bagagem e partiu, em julho, para a Inglaterra. Levava informações sobre as qualidades dos campos baianos para o principal evento inglês e o mais antigo torneio internacional, o British Open. E voltou com os olhos brilhando pelas boas perspectivas que apontam para a Bahia.

"É impressionante como o golfe é praticado. Chova ou faça sol, as pessoas estão lá jogando ou assistindo ao evento", assinalou Emília Silva. Ela é bastante otimista em relação ao esporte e aposta que ele possa até suplantar, na Inglaterra, o futebol. "Um inglês comentava comigo que, para jogar futebol, sempre ia sozinho.Quando ele passou a jogar golfe, pôde praticar com toda a sua família".

Exageros à parte – já que o futebol não "demonstra" que vá ceder o seu lugar de preferido das massas no Brasil – a presidente da Bahiatursa tem bons motivos para comemorar. De acordo com Fábio Mazza, diretor da GT Brasil / Golf Travel, que viaja pelo País analisando as possibilidades de implantação de novos projetos, dados coletados pela Iagto, sigla em inglês para a Associação Internacional de Operadores de Turismo de Golfe, apontam para números bastante promissores.

Potencial do Golf No mundo são 50 milhões de jogadores. Só dos EUA, 27 milhões. Do total de golfistas mundiais, 30% viajam pelo menos uma vez por ano. "Um potencial de 15 milhões de turistas", comemora Mazza. Todos com os seus US$ 300/dia no bolso para gastar no país visitado.

Para a Bahia, as perspectivas são melhores ainda porque o golfista, geralmente, gosta de destinos em que pode vencer desafios em pelo menos três campos diferentes numa mesma viagem. Para isso, devem estar próximos, o que, atualmente no Brasil, só acontece na Costa dos Coqueiros, com os campos da Praia do Forte e da Costa do Sauípe, dentro de resorts, distantes um do outro, cerca de 30 km.

O turismo de golfe tem apenas sete boas opções no País, considerandose a sua prática, as acomodações e outras formas de lazer (para a família ou acompanhantes do jogador) em um resort.

Fora da Bahia, o golfista pode praticar e se divertir no Hotel do Frade & Golf Resort (Angra dos Reis, RJ), Costão Golf Club (Costão do Santinho, Florianópolis, SC) e Bourbon Iguassu Golf Club Resort (Foz do Iguaçu, PR).

Porém, são mais de 130 campos no País, 107 com possibilidade de atender aos anseios dos turistas, mesmo fora dos resorts.

Na Bahia estão os quatro mais importantes campos de golfe turísticos, reconhecidos internacionalmente, todos oficiais (com 18 buracos). Enquanto o governo faz sua parte divulgando, os resorts se movimentam e a Bahia dispara na frente. Como pólo de turismo, de acordo com a Bahiatursa, o Estado está pelo menos oito anos à frente dos que quiserem competir em número de campos turísticos próximos.

Meta da Bahia é o padrão europeu

Transformar a Bahia em um destino de padrão internacional, principalmente o europeu, tendo como espelho o sul de Portugal, o Algarve, onde existem diversos resorts e 22 campos em uma linha de 50 km de praias. Esta é uma das metas dos esportistas, governos e empresários de turismo que apostam no Estado.

O propósito é chegar a várias ofertas em pequenas distâncias, diz Eduardo Farina, superintendente de Investimentos em Projetos Turísticos da Secretaria de Turismo do Estado. O principal pólo golfista – diz ele, que acompanha os projetos em andamento na Bahia – engloba a Costa dos Coqueiros (com os dois já existentes e outros sete projetados) e a Baía de Todos os Santos, com o campo da Ilha de Cajaíba, a pouco mais de 60 km do pólo principal (Litoral Norte), distância considerada boa para o deslocamento. Um campo leva até quatro anos para estar pronto, considerandose da escolha do local, desenho e construção, informa Fabio Mazza, da GT Brasil / Golf Travel.

Somente para a consolidação do gramado, vai de 18 a 24 meses. É todo este tempo que garante a pole-position para a Bahia. Como os campos de turismo começaram a ser abertos a partir de 2000 (com o Comandatuba), "são oito anos à frente dos Estados do Nordeste, que quiserem começar a competir conosco", comemora Emília Silva, da Bahiatursa.

Alheio a números e contabilizações para o Turismo, o tenente-médico da Aeronáutica, Douglas Santana, 26 anos, começa a dar os primeiros passos no esporte, no campo do Sofitel, o primeiro localizado em empreendimento turístico na Bahia.

Douglas optou pelo esporte mesmo diante do alto custo.

Para ele, os ganhos vão além do lazer e do exercício físico, e compensam os R$ 600 por mês que dispende para aprender.

Baixar o estresse, treinar disciplina e atenção e, principalmente, a concentração, são alguns dos benefícios que o médico enumera.

Novos campos vão operar a partir do ano de 2010

O golfe ainda continua um esporte de elite, é bem verdade.

O perfil do jogador, segundo o primeiro censo realizado pela Confederação Brasileira de Golfe (CBG), indica empresários, casados, com renda superior a R$ 12 mil por mês, e disponibilidade para praticar pelo menos oito vezes por mês. Equipamentos caros confirmam que o esporte ainda está longe do povão. Tacos (um bom golfista tem, pelo menos, um conjunto de 12), bolsas, bolas, sapatos especiais e luvas são importados.

Eduardo Farina, da Secretaria de Turismo, adianta que são, ao todo, quatro novos condomínios imobiliários, turísticos e esportivos e investimentos de R$ 30 milhões só para a construção dos campos.

Em Praia do Forte surgirão dois campos e um resort, do grupo espanhol Trusan. O Plano Grande Baixio, próximo a Conde, prevê quatro campos em 15 anos, com o capital de outro grupo espanhol, o Edeprima.

No município de Jandaíra, o empreendimento ocupará uma área na praia de Costa Azul. A Ilha de Cajaíba, em São Francisco do Conde, Baía de Todos os Santos, está sendo projetada pela Property Logic, de capital inglês e holandês.

Já na Costa do Descobrimento, um outro pólo é formado com um campo já existente e mais os projetos do Golfe Boutique Resort, em Trancoso, capital nacional da Invest Tur, e um em Belmonte, este ainda não oficial, segundo Farina, no local conhecido como Fazenda Ondina.

O primeiro a funcionar será o da Ilha de Cajaíba, em 2010, calcula.

Qualidade técnica e paisagem exuberante

O diferencial que a Bahia oferece em relação a São Paulo e Rio de Janeiro, onde está o maior número de campos e de praticantes do esporte, é oferecer mais cenários deslumbrantes de praia, sol e coqueirais nos arredores do gramado.

De acordo com as estatísticas, da América do Sul, recebemos mais a visita dos argentinos e, da Europa, vêm os ingleses e portugueses. “Tecnicamente, os campos baianos podem ser iguais, mas, com esta configuração, só nós temos. Cenário e paisagem, é nisso que a gente ganha”, afirma Emília Silva, presidente da Bahiatursa.

Não só. Fabio Mazza diz que a Bahia tem outro atrativo para o turismo de golfe, não encontrado no restante do País. “Dois campos bastante próximos, em resorts de boa qualidade e perto do mar”. O golfista, quando viaja, gosta de experimentar mais de um campo em uma mesma viagem (dados da Iagto apontam para a média de 3,5 campos por viagem) e “o Litoral Norte oferece este prazer ao jogador”, afirma.

A paisagem diferenciada de Trancoso, onde o campo fica sobre a falésia, também se destaca em relação a outros destinos do País. “O Terravista é considerado um dos mais bonitos do mundo”, diz Mazza.

Para quem está disponível para entrar no seleto grupo dos 30% de jogadores de golfe que realizam viagens em busca de novos campos todos os anos, a Confederação Brasileira de Golfe, em parceria com a Embratur, lançou aGolfe do Brasil Publicação Oficial do Golfe Brasileiro 2008. Em formato revista, com 124 páginas de uma edição bilíngüe, foi apresentada simultaneamente no Brasil e Inglaterra, durante o British Open, o mais conhecido dos principais torneios do mundo.

A publicação é fruto do convênio com o Bureau Brasileiro de Turismo de Golfe (BBTG) e Embratur, para a divulgação dos campos brasileiros no exterior, e apresenta informações de 77 campos oficiais (com 18 buracos) e sete PAR (nove buracos), localizados em 14 Estados, além de uma lista das agências especializadas no esporte.

Diante de um cenário tão promissor, resta esperar os próximos cinco anos, prazo que o BBTG aponta para que os novos projetos comecem a entrar em funcionamento. “Os empresários do setor descobriram que um campo de golfe pode ser um importante diferencial para o empreendimento. São aproximadamente 30 em projeto ou em construção, muitos deles em processo de aprovação governamental.

Boa parte deles está planejando inaugurar dentro dos próximos cinco anos e a maioria está localizada no Nordeste”, diz Mariana Miranda, do BBTG.

Cada campo, uma novidade

Para quem quer ir mais longe, o Comandatuba Ocean Course, localizado na Ilha de Comandatuba, em Una, próximo a Ilhéus, sul da Bahia, recebe, em outubro, o Aberto Brasileiro de Golfe com o Tour de Las Américas. Também neste mês, entre os dias 17 e 19, acontece o Caras One Day Golf, reunindo celebridades para a prática do esporte.

O Comandatuba Ocean Course foi projetado e executado pelo norteamericano Dan Blankenship, construído entre o mar e o mangue, entre coqueiros, dunas, lagos e vegetação nativa. A área total é de 780 mil m², dos quais, 220 mil são de grama. Em 2003 foi eleito como o melhor do Brasil pela revista Golf Digest. O cartão-postal do Comandatuba são os buracos 17 e 18, mais próximos à linha do mar.

Outra opção para quem quer viajar e praticar no sul da Bahia, o Terravista Golf Course, na área do Clube Med, em Trancoso, município de Porto Seguro, é localizado sobre a falésia e apresenta a deslumbrante vista da Praia de Taípe.

Possui 18 buracos, distribuídos em 300 ha de Mata Atlântica. O local já é conhecido pelo seu cartão-postal: o buraco 14, a 40 m de altura em relação à praia. O campo, projetado pelo arquiteto Dan Blankenship, da Golf Tee Golf International, inclui áreas que comportam até 26 pessoas treinando simultaneamente.

Litoral Norte da Bahia – O Iberostar Bahia foi inaugurado oficialmente em junho 2006 e o campo, aberto em dezembro do mesmo ano. Com 18 buracos, o projeto é do arquiteto P.B. Dye, que desenhou a área com muitas ondulações suaves e obstáculos de vegetação nativa. O cartãopostal também são os três últimos buracos, ao lado da praia. Para o conforto dos esportistas, o resort inaugura, ainda este ano, a segunda unidade de hospedagem.

O investimento total previsto para Praia do Forte é de US$ 250 milhões. Há, ainda, a previsão de uma terceira unidade no complexo. Localizado a 30 km do Iberostar, o campo Costa do Sauípe Golf Links, inaugurado no ano 2000, foi idealizado pelo designer Brian Costello e é tido como sede preferida para grandes eventos pela infra-estrutura hoteleira em seu entorno. O campo dispõe de 18 buracos e foi construído sobre as dunas em meio à vegetação nativa. A paisagem é um dos diferenciais.

De acordo com Antonio Fernando Pizzani, gerente-geral do Golf Links, hoje o público é basicamente o estrangeiro (70%), dos quais, argentinos, ingleses e portugueses são os mais interessados. Para os interessados em iniciar as primeiras tacadas, oferece centro de apoio, onde são realizadas aulas e clínicas, que ensinam teoria e prática.

Em Salvador, o único campo que resta, já que o clube Cajazeira foi fechado e o campo vendido, é o Itapuã Golf Club, que ocupa o campo do Sofitel. “Temos possibilidade de oferecer diversos tipos de jogos, com buracos longos, curtos, e com exigências de boa aproximação, além de lagoas e bancas, colocadas em locais estratégicos, para tornar mais competitiva a disputa”, afirma Isaac Newton Carneiro, presidente do clube.

Fonte: A Tarde

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