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Presidente da Índia e Comitiva Governamental estabelecem acordos estratégicos no Brasil

Durante sua visita ao Brasil, a Presidente da Índia Pratiba Devisingh
Patil se encontrou com empresários em São Paulo , visitou o Rio de Janeiro
e participou de um encontro político em Brasília.

Por Inácio Rodrigo de Castro
(Grupo Catena&Castro)


" Uma característica particular da transição da economia indiana tem sido
o crescimento elevado da estabilidade.A economia indiana tem mostrado sua
força e flexibilidade durante crises da Ásia nos últimos anos."

"Houve mudanças fundamentais e irreversíveis na economia, nas politicas
governamentais, na atitude do comércio e da industria, e principalmente no
comportamento dos indianos em geral."

"Após ter sido recebedora de auxílio, a Índia agora faz parte do clube
dos fornecedores de auxílio. A Índia tornou-se uma das credoras líquidas
do FMI."

"Embora a Índia estivesse no passado atrasada e lenta quanto á
modernização da industria em geral, é atualmente uma líder na emergente
Economia baseada no conhecimento."

"O Governo Indiano está buscando reformas e liberalização não por
compulsão, mas por convicção e consenso."

"As empresas Indianas não temem mais as multinacionais. Estão se
tornando competitivas e algumas delas estão presentes no exterior"

"As empresas Indianas começaram a investir em outros países em
atividades de marketing,produção,aquisição, e mesmo pesquisas e
desenvolvimento"

"A índia possui cerca de 440 investimentos Joint Ventures no Reino
Unido, a maioria relacionada a tecnologia. A índia é a oitava maior
investidora no Reino Unido"

"Existem mais de 1.400 empresas Indianas operando em Cingapura. Dessas,
mais de 450 são de tecnologia"

"Sete empresas Indianas estão registradas no NYSE, e três na NASDAQ. Há
mais de 15 empresas registradas na LSE"



Inácio Rodrigo de Castro (Diretor Catena&Castro),Rajeev Kumar ( Consul da
Índia) e Renata Catena (Diretora Catena&Castro)



Presidente da Índia Pratiba Devisingh Patil



Taj Mahal

Veja as principais relações comerciais entre Brasil e Índia:

-Produtos Farmacêuticos.

-Aviação ( Jatos e Helicópteros ).

-Produtos de engenharia, autopeças e automóveis.

-Produção de Etanol da Índia com tecnologia brasileira e venda de etanol
produzido no Brasil.

-Fabricação de motocicletas indianas no Brasil.

-Colaboração nos setores de IT e Software.

-Colaboração no setor financeiro e bancos,com abertura de linha de
créditos. (Exim Bank of India).

-Setor de alimentos processados e bens de consumo.

-Infra estrutura urbana, como projetos de ferrovias, hidrovias, energia
elétrica, abastecimento de água e gás, construção de residências, etc...

"Com grande satisfação e orgulho, a Catena&Castro prestará assessoria
comercial aos empresários indianos no Brasil."

Inácio Rodrigo de Castro

Catena&Castro Real Estate News

Veja mais matérias sobre a Índia

Brasília, 15 abr (EFE).- A presidente da Índia, Pratibha Devisingh Patil,
insistiu hoje em que a extensão das economias de seu país e do Brasil
deveria ser aproveitada para reforçar a troca comercial, a qual considerou
"insuficiente" para as dimensões das duas nações.

Durante sua visita ao Brasil, Patil se encontrou com empresários em São
Paulo na segunda-feira, fez uma visita particular no Rio de Janeiro e
chegou hoje a Brasília.

Suas atividades oficiais na capital incluíram reuniões com os
presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, e do Senado,
Garibaldi Alves Filho.

No Senado, a presidente indiana discursou no plenário, e pediu aos
parlamentares que promovam mais as relações comerciais entre os dois
países, já que as economias de ambas as nações estão entre as 12 maiores
do mundo.

Em 2007, o comércio bilateral girou em torno de US$ 3,1 bilhões, com a
balança equilibrada, e calcula-se que chegue a US$ 4 bilhões até o fim
deste ano.

Durante uma reunião com empresários brasileiros na segunda-feira em São
Paulo, Patil disse que a meta dos dois países deve ser alcançar uma troca
comercial de US$ 10 bilhões até 2010.

Chinaglia disse que essas relações comerciais devem ser reforçadas com
uma maior divulgação das culturas brasileira e indiana, declarando que são
"tão ricas quanto multiculturais".

Após sua visita ao Congresso, Patil se dirigiu ao Supremo Tribunal
Federal (STF), onde foi recebida pela presidente do órgão, Ellen Gracie.

Ao terminar essa visita protocolar, Patil foi até a Praça dos Três
Poderes.

Na praça, se aproximou de algumas crianças de uma escola local, e
tentou cantar com elas, apesar das dificuldades com o português.

Patil será recebida amanhã pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva
para uma reunião de trabalho e depois participará de um almoço, antes de
seguir viagem para o México.

Na agenda de Patil e Lula, segundo fontes oficiais, as negociações da
Rodada de Doha ocuparão lugar de destaque, já que os dois países são
atores fundamentais como líderes do Grupo dos 20 (G20), que pressiona por
uma redução dos subsídios concedidos pelas nações mais ricas à
agricultura. EFE ed/bf/db


http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/04/15/presidente_da_india_defe...

PRESIDÊNCIA

11/04/2008 - 13h41

Senado recepciona presidente da Índia

[Foto; presidente da Índia, Pratiba Devisingh Patil]

O Senado Federal recepciona, na terça-feira (15), em Plenário, a
presidente da Índia, Pratibha Devisingh Patil, que visita o Brasil num
momento em que se intensificam as relações de comércio entre as duas
nações, ultrapassando a marca dos US$ 3 bilhões. A abertura econômica
iniciada nos anos 90 por esses países e o estreitamento dos contatos
comerciais, intensificados nos governos de Fernando Henrique Cardoso e
Luiz Inácio Lula da Silva, dão significado especial a essa visita.

A Índia é hoje o quarto maior parceiro comercial do Brasil na Ásia,
depois do Japão, China e Coréia. E o Brasil é o maior parceiro comercial
da Índia na América Latina, à frente do México. De acordo com o Ministério
das Relações Exteriores, na última década, as relações entre os dois
países cresceram substancialmente, consolidando uma infra-estrutura de
cooperação básica que tem estimulado oportunidades mútuas nas áreas de
energia, fármacos, agricultura, ciência e tecnologia.

Existem atualmente 33 empresas indianas atuando em território
brasileiro, como unidades produtivas próprias, joint ventures com empresas
brasileiras ou escritórios de representação nos setores farmacêutico,
químico e petroquímico, de engenharia, tecnologia da informação, petróleo
e gás.

O Itamaraty também informa que, nesse esforço de intensificação dos
negócios, a Petrobras concluiu entendimentos com a Oil and Natural Gas
Corporation, maior empresa estatal indiana de petróleo, para formação de
parceria que permita às duas empresas participarem conjuntamente de
leilões de exploração em águas profundas.

Entre as expectativas dessa visita, está o Acordo de Preferências Fixas
Mercosul-Índia para expansão comercial. Embora já assinado, o documento
ainda não foi ratificado pelo Congresso Nacional. O acordo aguarda
aprovação pela Câmara, antes de ser enviado à deliberação do Senado. Por
esse documento, as negociações comerciais entre o Mercosul e a Índia devem
prosseguir em dois sentidos: no aprofundamento das preferências já
concedidas e na ampliação da lista de produtos contemplados para trocas
comerciais.


http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=73706&codApl...

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