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Empresas da Espanha vão investir no Brasil

Empresários de 70 companhias espanholas chegam nesta semana ao Brasil, em um esforço do governo da Espanha de criar uma "segunda onda" de investimentos do país no mercado brasileiro, desta vez com pequenas e médias empresas interessadas em seguir o caminho das grandes multinacionais atraídas pelas privatizações das décadas passadas.

A visita coincide com manifestações, na Espanha, de analistas e executivos em favor do Brasil como a alternativa mais atraente para enfrentar o péssimo desempenho da economia espanhola, única a se manter em queda enquanto o resto da Europa se recupera.

"O Brasil tem uma situação distinta do Peru, por exemplo: ambos terão crescimento, mas o brasileiro é mais sólido", diz o presidente da Caja Catalunya, Narcis Serra, ex-vice-presidente e ex-ministro da Defesa do governo Felipe González. "O mais importante não são os números da economia, mas a capacidade do Brasil de criar uma classe média mais ampla."

Segundo o ministério de Relações Exteriores espanhol, 20% dos investimentos das 35 principais empresas espanholas estão na América Latina, 15% dos quais no Brasil. Os bons resultados dessas empresas já atraem companhias de porte menor, como as que, nesta quarta-feira, em São Paulo, participarão de um fórum de investimentos do Instituto Espanhol de Comércio Exterior, com brasileiros em pelo menos 11 setores, principalmente indústrias de energias renováveis, saneamento, construção, tecnologia de informação, indústria pesada e calçados.

Os espanhóis planejam fabricar no Brasil, com sócios brasileiros, de usinas de biocombustíveis a aparelhos de leitura remota de serviços de água e luz, rodas industriais, empilhadeiras a solas de borracha moldada. "O crescimento no país torna o Brasil destino fundamental para as empresas espanholas" diz o economista Juan Carlos Martínez-Lázaro, do Instituto Escola Business School.

Com o desemprego beirando os 20%, previsões de queda na atividade econômica neste ano e no próximo, e uma redução que se aproxima de 3% no consumo, resultado do excesso de capacidade em setores que impulsionaram a economia, como o bancário e o imobiliário, a Espanha enfrenta um período de pessimismo.

Na semana passada, o governo lançou um pacote tímido, com medidas de "economia sustentável" para reduzir custos das empresas, aumentar a fiscalização sobre infraestrutura e setor bancário e estimular gastos em construção civil (mas em reformas de moradias, para reduzir a já excessiva oferta de imóveis herdada da bolha).

Embora grandes companhias, como a principal construtora espanhola, Ferrovial, ainda apostem principalmente no mercado europeu, as firmas espanholas querem se expandir na América Latina, especialmente pelo Brasil, segundo comprovou a pesquisa "2010: Panorama do Investimento Espanhol na América Latina", ainda inédita, realizada neste ano pela IE Business School.

O Brasil empata com o México, e só perde do Chile na preferência, como local de atuação, de 33 das 35 maiores firmas listadas na Bolsa da Espanha pelo índice IBEX35.

Referência Revista Valor
30.11.2009

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