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Déficit habitacional em São Paulo

Segundo dados do Censo de 2000 do IBGE, da fundação SEADE e de pesquisas feitas pela prefeitura de São Paulo no período 2000-2004, o município apresentava até aquele momento um déficit de aproximadamente 800 mil unidades habitacionais. Isto equivaleria, segundo tais pesquisas, a aproximadamente três milhões de cidadãos sem acesso à habitação formal ou em habitações precárias: nestes números constam, a população de loteamentos clandestinos e irregulares e a população moradora de favelas e população moradora de cortiços. Tal déficit equivaleria, segundo alguns autores, a aproximadamente um décimo de todo o déficit habitacional nacional (estimado em aproximadamente oito milhões de unidades). Em 2006, dos 1.522,986 km² do município de São Paulo, 31 km² eram ocupados por mais de duas mil favelas.

Aliado ao problema do déficit habitacional está o fato de que, ainda segundo dados das pesquisas em distritos censitários do IBGE e da fundação SEADE, a cada ano as áreas centrais da cidade - correspondentes às regiões centrais tradicionais e aquelas ligadas ao já citado vetor sudoeste - apresentam uma taxa negativa de crescimento demográfico que chega a -5% ao ano.
Segregação socioespacial
A desigualdade social é um dos maiores e mais evidentes problemas da cidade. Na fotografia, a favela de Paraisópolis e um dos edifícios de alto padrão da região nobre do Morumbi convivem lado a lado.

Conforme já foi mencionado, a cidade de São Paulo sofreria com problemas de segregação socioespacial, fenômeno cujas causas é objeto de debate entre especialistas. Urbanistas e estudiosos das questões urbanas em São Paulo apontam a região entre os rios Pinheiros, Tietê e Tamanduateí como a área urbana na qual historicamente a prefeitura atuou com maior rigor e com maior planejamento por parte do poder público, assim como a área no qual o poder público mais investiu, sendo também esta a região onde se encontra a maioria dos bairros com melhores indicadores sociais da cidade. Esta região tem perdido população e apresentado uma densidade demográfica cada vez menor, apesar de ser região da cidade com maior índice de infraestrutura e equipamentos sociais. Exceção feita às regiões de Ibirapuera, Campo Belo, Vila Nova Conceição, Vila Olímpia que sofreram um impressionante acréscimo de população. As populações de mais baixa renda, por não terem como arcar com o custo de vida dessas áreas, acabam assim ocupando as áreas nas bordas do município, mais desprovidas de infraestrutura. É válido mencionar, entretanto, que mesmo dentro da área delimitada por esses rios há algumas regiões de exclusão social, como a favela de Heliópolis. Por outro lado, há também alguns núcleos de alta renda como Morumbi, Jardim Anália Franco, Tatuapé, Alto de Santana, Jardim São Bento e os condomínios da serra da Cantareira que estão localizados fora da área delimitada por esses rios.
Conjunto habitacional em área periférica de São Paulo

Além da dualidade centro-periferia que explicita em parte a desigualdade social na cidade, também notam-se pontos em que o contraste é visível e grupos de perfis de renda diversos convivem, como é o caso do distrito do Morumbi, que apresenta conjuntos de habitação de alta renda localizados próximos a regiões de favela.

Tal fenômeno ocorre na história da estruturação urbana da cidade em momentos diversos: a recente e já citada transformação da região da avenida Berrini pode ser caracterizada segundo tal interpretação.

Mas outros especialistas lembram que a área da avenida Berrini era quase muito pouco habitada, devido ao terreno encharcado e insalubre daquela região próximo ao rio Pinheiros. Sendo que a população construía suas moradias no bairro situado mais acima, o Brooklin. A ocupação da avenida Berrini se processou após ocorrerem investimento imobiliários particulares que consistiam na construção de diversos prédios de escritórios e que mudaram o perfil daquela região feitos pela Construtora Bratke e Collet.
Obras de urbanização da favela de Paraisópolis.

Nas últimas duas décadas, verifica-se a ocorrência de casos que uma corrente de urbanistas denomina de gentrificação, especialmente durante as gestões de José Serra e Gilberto Kassab, e particularmente no caso do projeto conhecido como Nova Luz.

Devido a crescente degradação do centro da cidade, alguns projetos de reurbanização, requalificação e revitalização têm sido sugeridos. Bairros situados fora do centro expandido como Capão Redondo que anos atrás abrigavam uma população pobre e operária, e nos quais há poucos anos havia falta de infraestrutura básica, sofreram uma grande mudança econômica. Hoje tais bairros dispõem de equipamentos comerciais e de algum investimento infra-estrutural.

Outros estudiosos creditam ao grande crescimento econômico ocorrido na década de 1970 (apelidado de "milagre econômico") e com a chegada de milhares de migrantes, nordestinos em grande parte, à procura de melhores condições de vida são a causa dos problemas de segregação.

Wikipedia

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